sábado, janeiro 21, 2006

Reflectindo sobre as eleições

Acham que se a democracia portuguesa estivesse realmente de boa saúde a caixa onde colocamos os votos se chamaria "urna"? Podiam chamar-lhe tanta coisa... a Caixinha do Civismo... o Guarda-jóias da Esperança... o Revolucionário Recipiente... Urna?!

Por outro lado, terá a Comissão Nacional de Eleições tanto medo que os eleitores lhe roubem as canetas, para que as tenha de prender à cabine de voto com o fiozinho de nylon? Não há aqui uma contradição na mensagem que se quer passar? Ao apelar ao voto, a CNE diz aos portugueses: "É com a participação de todos vós que este país se tornará lindo e íntegro, como sonhámos", ou "Se vos damos o boletim de voto é porque acreditamos na força transformadora da vossa maturidade pessoal e responsabilidade cívica". Mas mal o eleitor chega à cabine: “Querias gamar a caneta, não era? Mas nós não somos otários e arranjámos o fiozinho de nylon...”

quarta-feira, novembro 09, 2005

Escafandro - Foste 30 de Fevereiro de um ano por inventar!

Depois de uma tentativa de sabotagem por parte do Grupo Zapatista de Acólitos de Alcantarilha, Escafandro volta à carga! Considerado o melhor Blog de 1990-91, o seu conteúdo polémico muda agora de morada. A pedido de Larry Page e Sergey Brin (os supostos fundadores de Google e Blogger), numa tentativa de aumentar a popularidade do seu blogspot, decidimos alojar a nossa página aqui. Assim, a partir de agora, podem aceder aos conteúdos preciosos de Escafandro em: oescafandro.blogspot.com

(decidimos chamar "oescafandro..." não porque "escafandro.blogspot.com" já existe como blog de um imbecil que apenas escreveu: "kum escafandro" em 2004; mas antes ao sentir uma certa falta de pujança no nome anterior).

Para finalizar, gostaria de responder à pergunta que mais temos recebido dos nossos fãs; e a resposta é: sim! os direitos de adaptação deste blog já foram vendidos a uma produtora cinematográfica norte-americana, e para grande contentamento nosso, o pedido de vir a ser realizado por Steven Seagal foi aceite! Já não era sem tempo!